Uma bomba acesa


Hoje vim contar uma história sobre uma bomba que estava prestes a explodir, ela fazia tique-taque-tique-taque, essa bomba não era uma bomba cujo ascende com um fósforo e explode. Ela era diferente, pensava, falava, tinha sentimentos e problemas.

E sabe o que faz essa bomba ascender? A mesma coisa que faz uma pessoa ter dores de cabeça (tanto na dor física quanto na emocional), essa bomba está cansada, teve semanas difíceis, e problemas do cotidiano.

Essa bomba sempre recebeu um amor, aquele tipo de amor de carinho, segurança e de companheirismo e do nada, exatamente do nada, surgiu uma pedrinha tão pequena que a bomba não viu e tropeçou.

Imagine se essa bomba estivesse acesa, ela teria explodido, mas não, ela estava apagada. É ai que a pedrinha tão pequena entra em cena, ela passou a se tornar em uma pedra grande aos olhos da bomba.

A bomba ascendeu, a pedrinha tinha roubado tudo, inclusive o mais preciso: o amor, o amor que eu citei há dois parágrafos acima, aquele amor que era o único que ela tinha certeza que ela teria para sempre. Mas acho que o para sempre não existe, e se existe, não acontece.


Essa bomba tinha sobrenome “pessoa”, a pedra “problemas” e o amor “pessoa” também. Se a bomba explodiu? Eu não sei. Da última vez que a vi ela ainda estava acesa.
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